Imagina você ter um filho com alergia alimentar e não saber se esse ou aquele produto que você acaba de comprar no supermercado vai levar seu filho ao hospital após consumi-lo Estudos apontam que nos últimos 40 anos triplicou a proporção de pessoas alérgicas no mundo. E no Brasil não é diferente, estima-se que de 4% a 8% das crianças e de 2% a 8% dos adultos sejam alérgicos.
De acordo, com os dados da Unidade de Alergia e Imunologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas – 2009, mostraram que 39,5% das reações alérgicas foram relacionadas a erros na leitura de rótulos dos produtos.
Segundo, Dr. José Luís Rios, professor coordenador da pós-graduação em Alergia e Imunologia da Faculdade de Medicina de Petrópolis e médico da Clínica de Alergia da Policlínica geral do Rio de Janeiro, a alergia acontece por conta de uma alteração do sistema imunológico, que responde de maneira exagerada a algum estímulo externo e ela pode ser manifestada pela genética ou então adquirida por diversos fatores sendo esses até mesmo ambientais.
Tenho me deparado com esse assunto desde que nasci. Idas e vindas de pioras e melhoras que me rondaram por longos anos. Tratava de uma coisa, logo manifestava outra e assim fui seguindo. Época de inverno, onde a baixa temperatura entrava, a Hipotermia se declarava conjuntamente com muitos outros sinais. Há pelo menos 07 anos atrás descobri que nasci com uma má formação genética no sistema de defesa e isso me levou a estágios intensos de contaminações alimentares, efeitos colaterais a medicamentos, produtos químicos, cosméticos, entre outros, fazendo com que eu mantenha um máximo de atenção a tudo o que me rodeia. Como consequência deparei-me com alguns episódios sérios como edema de glote, hemorragias intestinais, falta de oxigenação cerebral.
Encarar um pouco de tudo isso me possibilitou não só vivenciar, como me dedicar ao autoconhecimento, ao estudo sobre esse tema buscando conhecer as causas, os riscos, as consequências e até mesmo as complicações.
Consultórios médicos, auto vacinas, antialérgicos, restrições alimentares, mudanças e adaptações fizeram e fazem parte de minha trajetória pessoal. Nos dias atuais me deparo com o sofrimento de muitas pessoas em especial mães que sofrem com essa angústia em não saber como lidar com seus filhos, e compartilho com muitos os meus desafios versus superações. Tenho aprendido que uma coisa é você vivenciar o problema outra coisa é você participar do sofrimento de quem vive o problema.
Um adulto diante desse conflito mesmo que não saiba identificar ou diferenciar o que sente, tem disponível em suas mãos recursos diversos que possibilitam o esclarecimento, diferente das crianças que precisam ser conscientizadas e educadas em como lidar com isso desde cedo. O curioso é que a criança é super adaptável, para elas a compreensão é muito clara e adequada uma vez que sentem o problema correndo nas veias.
Porém o que mais traz conflitos é a angústia do sofrimento dos humanos que convivem com elas, pais, avós, adequações sociais, escolares, fazendo com que isso traga constrangimentos e perturbações em seu físico, sua alma e suas emoções.
Sabemos que as alergias mais frequentes são as respiratórias e o que mais é encontrado nos consultórios é a rinite alérgica, a asma e as conjuntivites alérgicas. Depois, vêm as alergias de pele, das quais as mais frequentes são a urticária e a dermatite de contato. E de um tempo pra cá, temos nos deparado com um grande número de pessoas diagnosticadas com as famosas alergias e intolerâncias alimentares, medicamentosas e químicas.
MAS AFINAL, O QUE É ALERGIA ALIMENTAR?
A alergia alimentar é uma reação imunológica anormal do corpo - em geral, de pessoas suscetíveis geneticamente às proteínas de certos alimentos. Ela ocorre logo após a ingestão de um determinado alimento ou aditivos alimentares. Fatores envolvidos na alergia alimentar, predisposição genética (50% das pessoas alérgicas possuem história familiar de alergia), permeabilidade do sistema digestivo ou falha nos mecanismos de defesa do trato gastro intestinal.
As manifestações clínicas mais comuns são ligadas ao aparelho gastrointestinal (como diarreia, constipação, dores abdominais), à pele (coceira, atopias, eczema) e ao sistema respiratório (tosse, rouquidão, falta de ar, entre outras).
Intolerância Alimentar não é uma reação imunológica: ela ocorre em razão da ausência de uma enzima no intestino que quebra o açúcar do leite (lactose). Os sintomas são parecidos e podem afetar os sistemas digestivo e respiratório e a pele, mas os tratamentos são distintos. Por exemplo: é permitida a ingestão de pequenas quantidades de leite nos casos de intolerância. Já alérgicos ao produto não podem nem passar perto, sem chances alguma de consumi-lo.
Ao longo das três últimas décadas, estudiosos têm observado uma mutação acelerada dos alimentos. Essa mutação ocorre com uma única finalidade de atender a rentabilidade das indústrias alimentícias capitalistas, pois para que os alimentos tenham uma vida longa e durem mais tempo nas prateleiras do mercado é preciso adicionar componentes químicos que possam garantir sua conservação, sendo que estes aditivos alimentícios são extremamente tóxicos para o organismo, inflamando a parede intestinal e desencadeando má absorção e uma possível desnutrição pela incapacidade absortiva da microbiota intestinal.
Atualmente vivemos em uma grande transição alimentar, deixamos de consumir alimentos naturais para consumir produtos alimentícios cheios de conservantes, corantes, aromatizantes, acidulantes e estabilizantes e etc. Ao longo da vida, as necessidades nutricionais vão sendo modificadas e sofrem alterações de acordo com a nossa idade, metabolismo e estilo de vida.
Comprova-se um aumento da prevalência das doenças alérgicas nas últimas décadas, no mundo inteiro. E para isso inúmeros fatores servem de influências, tais como:
Mudança no estilo de vida das populações, já que hoje em dia a vida é mais confinada a ambientes fechados, convivendo com alérgenos importantes como os ácaros da poeira, mofos, entre outros;
O aumento da violência urbana, assim como a introdução de televisão, computadores, jogos eletrônicos, entre outros, faz com que idosos e crianças permaneçam maior tempo em ambientes fechados.
Além disso, a poluição ambiental e o desenvolvimento da tecnologia aumentaram o número de substâncias capazes de provocar reações alérgicas, como por exemplo: novos cosméticos, alimentos industrializados cheios de conservantes, medicamentos variados, etc.
A doença alérgica resulta da interação entre a hereditariedade com o ambiente, ou seja, para que a tendência genética se manifeste, é grande a influência dos fatores ambientais. Por isso, a alergia pode se manifestar em qualquer idade, até mesmo em idosos, embora seja mais comum na infância.
Manter-se exposto a um alérgeno, causador da doença, pode acontecer por inúmeras vezes antes que haja a sensibilização e, consequentemente, o desenvolvimento da alergia. “Você pode entrar em contato com algum material, como um alimento ou um cosmético, por exemplo, por anos e só depois desenvolver alguma alergia”. O metal e as substâncias químicas de bijuterias e esmaltes, por exemplo, têm características que facilitam a reação do sistema imunológico, favorecendo com que muitos se tornem alérgicos.
A função de nosso sistema imunológico é defender o corpo de substâncias possivelmente nocivas, como bactérias, vírus e toxinas. Cerca de 70% do sistema de defesa encontra-se no nosso intestino, afinal ele é considerado o nosso segundo cérebro. Dessa maneira devemos cuidar muito bem dele através da riqueza da alimentação funcional que preconiza a escolha selecionada de alimentos e água mais alcalina, da boa qualidade de sono, do autocontrole de pensamentos e emoções. Em algumas pessoas, a resposta imunológica é desencadeada por uma substância que costuma ser inofensiva, como um alimento específico. Quando isso acontece, ocorre uma reação indesejável no corpo que chamamos de alergia alimentar.
As alergias alimentares são bem menos comuns que as intolerâncias e as causas das alergias alimentares que está relacionada à produção de um tipo de substância pelo organismo, chamada de anticorpos imunoglobulina E (IgE). O sistema imunológico produz anticorpos e histamina em resposta a um alimento específico. O que não acontece com um intolerante, pois desperta apenas um sintoma em decorrência da ingestão de um alimento, não causando riscos de vida.
ALIMENTOS DESENCADEANTES:
Existem alguns alimentos que podem ser veneno para algumas pessoas, dentre eles estão: o ovo, leite (na intolerância a lactose deparamos com o açúcar do leite e no caso da alergia contamos com a proteína do leite), soja, carne vermelha, frango, peixe, crustáceos, amendoim, milho, frutas secas, glúten (trigo), medicações, cosméticos, materiais de limpeza, produtos químicos entre outros. No caso das crianças que já manifestam reações e sintomas logo nos primeiros meses de vida, deve-se um alerta especial para a alimentação das mamães.
SINTOMAS
Eles podem aparecer imediatamente ou em até duas horas depois de comer, e outros casos aparecem em até 48 horas. Dor abdominal, distensão abdominal, urticária, rouquidão, respiração prejudicada, diarreia, constipação, dificuldade para deglutir, irritação na boca, na garganta, nos olhos, na pele ou em qualquer outra região, tontura, desmaio, congestão nasal, náuseas, vômitos, corrimento nasal, manchas escamosas com coceira (dermatite atópica) descamação ou bolhas, inchaço (principalmente na face, pálpebras, lábios e língua), falta de ar, cólicas estomacais, hemorragias intestinais, entre outros, podendo levar a uma reação anafilática.
A anafilaxia (reação anafilática) é desencadeada pela liberação maciça de substâncias químicas que despertam um quadro grave de reação alérgica. Os fatores desencadeantes para um choque anafilático são: remédios, picadas de insetos, alimentos, etc. Os sintomas que podem levar a uma anafilaxia por reação alimentar são: aparecimento de coceira generalizada, edema (inchaços), tosse, edema de glote, rouquidão, diarreia, dor de barriga, vômitos, aperto no peito com queda da pressão arterial, hemorragias, arritmias cardíacas e colapso vascular.
Ao contrário do que muitos pensam que as alergias são um tanto de frescura, te digo com propriedade que não é nenhum exagero, pois muitas pessoas enfrentam isso diariamente, eu mesma já fui subitamente socorrida por diversas vezes. O que facilitou muito foi alguns dos conhecimentos que adquiri ao longo de minha jornada com as Terapias Integrativas Complementares. O que muitos ainda não sabem é que um pequeno deslize pela falta do conhecimento, informações adequadas nos rótulos e das contaminações cruzadas com outros alimentos podem ocasionar o choque anafilático e que dependendo da sensibilidade e do estágio de avanço do portador da doença, pode levá-lo à morte.
BULLYING E OS DESAFIOS QUE ENCONTRAMOS NO CAMINHO
O Bullying Social, Familiar e Escolar - é um grande agravante que nós alérgicos sofremos. Deparei-me por diversas vezes com isso. Por muitas vezes declarar sobre o problema, as dificuldades e até mesmo uma reunião social que chegava eu com meu kit alimentação, sempre me abordam... “Nossa tadinha”, “E agora o que você vai comer?”, “ Experimenta”, “Só um pouquinho, isso não vai te fazer mal!”. Essa insistência para nós é algo crucial, primeiro que a doença manifesta e você ainda não sabe lidar com ela, restrições e restrições vão tornando cada vez mais sérias, ao menos no meu caso em especial foi é ainda é assim. O que muito vemos hoje como apenas um pré-julgamento modismo alimentar, para muitos é meio de sobrevivência.
Para a vida de um alérgico o autocontrole e autorrespeito são primordiais e deve ser desenvolvido diariamente. Não importa se é uma migalha ou uma porção, o resultado pode ser imediatamente fatal.
A alergia alimentar pode ser mais complicada do que parece para crianças, adolescentes e até mesmo para os adultos. Diversos estudos vêm sendo feitos sobre o bullying alimentar e dados registram que uma em cada quatro crianças foi intimidada ou sofreu bullying por terem a doença.
Segundo pesquisa nos EUA, divulgada nos Anais de Alergia, Asma e Imunologia, mostrou que até 35% das crianças com mais de 5 anos já sofreram bullying (algum tipo de violência física ou psicológica, intencional e repetida) por causa das refeições diferentes das dos colegas.
O vício e o julgamento social, familiar e educacional precisa ainda de grandes movimentos para que receba a educação adequada sobre esse tema. Muitas vezes somos abordados com situações do tipo, “Nossa isso tudo que você manifesta é emocional?” Eu mesma fui diagnosticada por diversas vezes com síndromes de diversas coisas emocionais, até ao ponto de descobrir uma má formação celular, claro que o emocional contribui, ficamos mais sensíveis, porém esse não é a principal razão, devemos ter cuidado com o que falamos sem saber, nem tudo que parece ser emocional de verdade é, e a isso a ciência explica. As pessoas não foram educadas para lidar com essas diferenças e isso precisa urgentemente ser modificado.
Na grande maioria das vezes o portador da doença ainda se encontra dentro de um período de aprendizado para lidar com o sofrimento e por não saber ainda dizer um não adequadamente sofre consequências desesperadoras como a falta de oxigenação, a reação exagerada do produto contaminante, atuando dentro do organismo por mais diversos dias, perda de energia, entre diversas outras ocorrências... Imagine você, tendo contato com uma criança que sofre essas consequências, principalmente na escola, e você sem saber o que fazer? Medicações na veia, antídotos para cortar o mal, nem sempre são bem vindos dependendo do nível de contaminação.
O PERIGO DO BULLYING NA ESCOLA
De acordo com pesquisas desenvolvidas pelo Instituto de Alergia Alimentar em Nova York, "As alergias alimentares afetam um número estimado de 12 milhões de americanos, incluindo 3 milhões de crianças.
O estudo busca mostrar o assédio enfrentado entre portadores da doença, pais e cuidadores de crianças com alergias alimentares. Foram avaliados 353 adolescentes e adultos de até 25 anos de idade e esse estudo revelou que 86% das crianças foram assediadas por múltiplos episódios. O abuso verbal foi a mais comum forma de assédio moral; 82% destes episódios ocorreram na escola e 80% ocorreram entre os colegas.
Dessas pessoas, 79% disseram que o assédio moral foi apenas relacionado a uma alergia alimentar, enquanto outros relataram sofrer intimidação por ter de levar medicação para a sua alergia alimentar e 21% disseram que seus professores ou funcionários da escola foram os principais agressores.
“Estas crianças enfrentam desafios diários na gestão de suas alergias alimentares, e o público precisa entender que esse comportamento é inaceitável. O assédio moral, físico ou verbal é um comportamento abusivo que pode ter um tremendo impacto sobre o bem-estar emocional dos portadores da doença. Os educadores devem desenvolver políticas de relacionamento que evitem qualquer tipo de bullying, principalmente os relacionados à alergia alimentar”, diz o alergista Sicherer Scott, co-autor do estudo e pesquisador do Instituto de Alergia Alimentar Jaffe.
Além do bullying, deparamos ainda com a falta de informação adequada sobre essas temáticas:
1º - O não esclarecimento por parte das indústrias e da própria ANVISA de não saber ao certo o que tem no rótulo;
2º - Pessoas desqualificadas em restaurantes, lanchonetes, supermercados, etc., não tem o conhecimento do sofrimento de um alérgico. E nós, portadores da doença, nos vemos obrigados a nos tornar autodidatas. Pois para um alérgico alimentar ao frequentar um restaurante precisa antes fazer um testamento de perguntas ao Chef de cozinha para saber como foi preparado o alimento, quais os produtos que contém. E isso além de causar um grande mal estar em ter que se expor a tal ponto, ainda corre-se o risco, dependendo da gravidade da doença, de sofrer um mal súbito.
3º- A grande polêmica que nos mantém confusos é, intolerância ou alergia a lactose, e diante de tantas opções e más informações, ficamos a mercê de um verdadeiro “não sei” bem grande a nossa frente. Quantas pessoas que não vemos retirar o leite ou substituí-lo por leite sem lactose e continuam mantendo desconfortos e reações adversas. O que essas pessoas não sabem é que muitas vezes esses desconfortos podem ser por causa das proteínas contidas e os contaminantes provindos dos leites de soja, de amêndoas, castanhas, amendoim, até mesmo ao uso do açúcar ou glúten.
4º - O custo para conseguir manter uma dieta alimentar de um alérgico é altíssimo, e isso faz na grande maioria das vezes, que criarmos situações que nos fazem ter que optar entre uma coisa ou outra, com a expectativa de que daqui a pouco pode-se voltar à vida normal e isso nem sempre é possível, pois ainda dependemos de acompanhamentos multidisciplinares qualificados.
5º - Sofremos ainda com a falta de ajuda de custo por parte do governo, e às vezes me deparo a pensar como seria uma família que tem vários integrantes que dependem dessas restrições. Por diversas vezes eu mesma me deparei com a desistência ou a substituição adequando o tratamento a prioridades de alimentos. Tenho visto uma enorme gama de pessoas se iludirem desistindo do tratamento, dão um tempo e voltam a comer tudo novamente fazendo com que o organismo não compreenda e entre novamente num grande processo de reação e inflamação.
O TRATAMENTO - AS SOLUÇÕES QUE ENCONTREI
Em todos os casos de alergia, a orientação é evitar o causador da doença, ou minimizar, quando é impossível evitar. “Se você consegue parar de comer ou usar, não tem mais aquela reação”. Mas, na alergia respiratória, isso não é tão simples, porque os causadores estão no ar que se respira, como a poeira e os ácaros. Para melhor lidar com isso na época de baixa temperatura, é necessário aumentar a umidade do ambiente. Uma dica valiosa que utilizo é deixar toalhas molhadas ou bacias debaixo da cama e em diversas áreas da casa.
Nosso organismo tem uma dinâmica de auto cura e precisamos aprender a utilizar esses recursos. Segundo o conhecimento das Terapias Frequenciais Quânticas, tudo no universo é energia. O germe não é nada o terreno é tudo. Precisamos melhorar as condições do nosso terreno biológico através de bons pensamentos, sentimentos, atitudes e cuidar de nossas mazelas com alimentação natural, água alcalinizada e excelentes fontes de energia.
Temos ainda a estimulação da glândula do Timo, com algumas batidinhas na região do peito diversas vezes ao dia, fazendo um grande diferencial na vida do alérgico.
O Timo em grego thýmos, significa energia vital. Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estressamos e mais ainda quando adoecemos.
Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem. Como uma central telefônica por onde passam todas as ligações, faz conexões para fora e para dentro. Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora. O detalhe curioso é que o Timo fica encostado no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito.
Acredito na Lei das Soluções e para que essa lei funcione na vida é necessário que nos conectemos com a fonte que tudo nos rege, afinal somos feitos de corpo, mente, alma e para que isso funcione devemos nos manter integrados.
Tenho uma conexão muito forte com a fé em Deus, na vida, com as forças integrantes de luz que regem todo o universo e isso tornou para mim uma grande aliada na superação dos desafios diários de um alérgico.
RESPIRAR – ORAR – MEDITAR – É a capacidade de medir um encontro com o DIVINO que existe em si. Essa prática ará com que desenvolva o pensamento positivo, a percepção corporal, o autocontrole e aceitação. Pratique diariamente a respiração abdominal profunda por 4 ou 5 vezes, ela auxilia a livrar o corpo da contaminação de toxinas e radicais livres.
Esteja disponível para receber os presentes da Vida. Tudo é energia, sintonia e atração. Deixe-se ser atraído por aquele médico, técnico, profissional que ama aquilo que faz e está voltado ao atendimento Integral, te encorajando a seguir adiante. Isso facilitará a relação humanizada de médico-paciente e te proporcionará um maior despertar no seu autoconhecimento, afinal a vida de um alérgico é se manter atento a todo momento em sua própria LINGUAGEM CORPORAL.
NUTRIÇÃO FUNCIONAL – Hipocrátes já dizia, “Que o alimento seja teu remédio e que teu remédio seja teu alimento”. Os alimentos certos são capazes de nos devolver a auto cura, então esteja atento a isso.
ACUPUNTURA CONSTITUCIONAL, SISTÊMICA OU HOLOPUNTURA – Todas essas técnicas são voltadas sob o olhar da Terapia Milenar Chinesa, que consistem em inserir micro agulhamento ou para quem teme ao agulhamento, apenas estimular pontos energéticos do corpo. Esses pontos liberam efeitos analgésicos, antiinflamatórios e outras substâncias naturais que promovem o bem estar, equilibram e harmonizam o fluxo energético do corpo, além de prevenir doenças. Aprender sobre esses pontos que chamamos de gatilhos podem nos auxiliar e nos salvar em momentos de crise. Livrei-me por diversas vezes tendo o conhecimento disso.
TERAPIA FLORAL QUÂNTICA – A Terapia Frequencial Quântica preconiza que cada célula do nosso corpo é registrada por uma memória original e que cada elemento ou órgão do nosso organismo possui uma frequência eletromagnética única e identificável, revelada pela reatividade eletrofisiológica da pessoa. Uma vez que fatores desencadeantes de desequilíbrios atacam nosso sistema faz com que haja um desequilíbrio e isso perde-se a capacidade dessas células vibrarem em sua frequência original, criando assim um mecanismo de desordem celular fazendo cópia da cópia do trauma e não mais da origem organizada da célula. Essa Terapia parte do princípio de que o homem não é só constituído do corpo material, mas é um ser complexo, composto por mente, espírito e matéria, promove um reequilíbrio energético de tudo aquilo que está em desequilíbrio, estimulando as capacidades autocurativas do organismo, através de uma ação biofísica e bioquímica vibracional. Se tudo no universo vibra e oscila com energia, o ideal é preservar, prevenir e recuperar a nossa saúde também com energia vibracional.
DICAS IMPORTANTES:
Quem tem filho com alergia alimentar precisa estar atento não só ao que ele come, mas também ao impacto que a doença causa no relacionamento com outras crianças. O que fazer? Ficar de olho aberto. Veja com a escola se o lanche servido para o seu filho pode ser o mais parecido possível com o dos demais alunos. Se ele leva lancheira, tente encontrar produtos específicos que se assemelham aos lanches comuns, como bisnaguinhas. Quando os amigos dele forem na sua casa, faça uma refeição igual para todo mundo. Quando for a vez dele passar um dia fora, combine com outros pais que cada um vai levar um prato, assim seu filho pode “escolher” o seu. O problema são os aniversários. O melhor é que ele se alimente antes de ir – e entenda o que pode ou não comer na festa.
Ricardo Teixeira diz, que “Uma vida saudável não se retém apenas a uma boa alimentação e atividades físicas, não se pode ter saúde sem novas experiências e conhecimentos, sem exercitar a mente, sem atividades culturais, sem humildade, sem bons pensamentos e principalmente, sem praticar atitudes sociáveis. Dessa maneira, só é possível alcançar tudo isso se você se permitir entregar. Afinal qualquer que seja a tua doença, é apenas a porta de um novo caminho que possibilitará escolhas mais enriquecedoras e brilhantes.
A doença me possibilitou dedicar parte do meu tempo a propagar por meio de palestras de conscientização a Inclusão Social para Alérgicos. Este trabalho voluntário é dedicado á portadores da doença, escolas, familiares e interessados sobre o tema.
Diante dos meus aprendizados diários deixo a dica de que a aceitação, entrega e gratidão por tudo aquilo que lhe acontece é a Chave Essencial para a Superação, pense nisso!
NAMASTÊ
Texto por Cléo do Carmo